Artigo publicado e de autoria de Mario da Costa Bacellar, quando aluno do curso de Graduação Tecnológica de Processos Gerenciais da FGV, no período de 2009 a 2012
Introdução
No passado, o processo de avaliação das competências dos funcinonários era baseado apenas em suas habilidades técnicas (input) e nos resultados (output). Tal metodologia teve origem nos processos Tayloristas de produção e de fragmentação das atividades. O processo no qual os levava aos resultos não era relevante. O que contava era apenas a eficiência com que o funcionário desempenhava uma determinada atividade, ou seja, seu resultado operacional. Nesse sentido, as competências de um indivíduo não eram relacionadas ao seus conhecimentos, habilidades e atitudes, mas apenas os resultado das tarefas a ele associadas.
Atualmente, nas teorias organizacionais, o processo de avaliação, passou a valorizar mais o desempenho dos indivíduos. A gestão por competências refere-se às competências necessárias dos indivíduos para o desenvolvimento do trabalho, seja individual ou em equipe, o que vem se destacando como fator crítico para o sucesso tanto do indivíduos como da corporação (McCLELLAND;1973). Dessa forma, desvinculando a competência, apenas, do conjunto de saberes teóricos do indivíduo, entendemos competência como uma inteligência prática, capaz de ser aplicada na resolução de problemas (ZARIFIAN;2003).
Para Zarifian, o grande desafio do modelo de gestão por competência é o de viabilizar a ‘volta do trabalho para o trabalhador’, na tentativa deste de reabsorver o trabalho como em suas origens no século XVIII, onde naquela época, trabalhar significava integrar-se com o que faziam, não havendo espaço para distinção entre o trabalho e o indivíduo. Nesse sentido tinhamos o trabalho como um expressão direta e imediata da inteligência prática do indivíduo, aplicada à realização de um produto de qualidade ou ao cultivo de seu campo.
Percebe-se também, que os processos de separação do homem das suas atividades laborais, lá nas suas origens, contribuiu para que suas características individuais fossem perdendo valor agreagado – ou seja, seu diferencial competitivo -, uma vez que ele passou a ser integrado a uma determinada atividade pela capacidade funcional desta. Socialmente, essa desagregação incentivou os indivíduos se reunirem através de sindicatos, na tentativa de persseguirem, de alguma forma, ações que promovessem sua motivação dentro das organizações (DELUIZ;2003). Com o modelo de gestão por competência, sendo aplicado cada vez mais nas organizações, essas ações de reanimação dos indivíduos, enquanto trabalhadores, vem sofrendo transformações de caráter individual. Pois esse modelo vem resgatando o valor do indivíduo, passando a avaliar não apenas o seu resultado mas também por uma série de outras variáveis que se aprestam de forma diferenciada nos indivíduos. Mas se por uma lado temos a valorização do indivíduo na organização, aumentam também a indivudualidade dentro das equipes, fruto dos processos cada vez mais rápidos e competitivos, onde o funcionário se vê obrigado a executar cada vez mais atividades que antes eram realizadas ou por outra pessoa ou até mesmo uma seção inteira. È o custo da inovação recaindo no trabalhador.
Vivemos na era do conhecimento, onde a palavra de ordem é a destruição criativa (SCHUMPETER;1961). Não basta saber fazer, é preciso ser competente. E para isso, precisamos estar aberto às mudanças, e para mudar é preciso coragem e perseverança, ser flexível, ter ousadia e segurança em si próprio, acreditar em nossa capacidade. O conhecimento tem que ser inovador e para isso é necessário um processo contínuo de construção, destruição e reconstrução. Nesse sentido são muito importantes as competências cognitivas: saber agir; decidir;mobilizar recursos de pessoas, financeiros, entre outros; comunicar; aprender; comprometer-se; assumir responsabilidades. Dessa forma, vemos os processos de gestão por competência promovendo o auto-desenvolvimento, mesmo que seja no direcionamento para o fortalecimento de competências organizacionais.
Não adianta ter o segundo ou terceiro grau – como é tão anunciado nos paízes com os níveis de educação com o nosso -, isso não irá lhe capacitar, totalmente, para um cargo. É preciso que aprendamos a desenvolver nossas capacidades e habilidades cognitivas, ou seja, as competências que nos permitam aprender a aprender (ULRICH;1985). É isso que pretende observar a gestão por competência.
Modelos possíveis de implantação e sua validade
Existem vários métodos que nos ajudam a identificar e definir as competências laborais com capacitação profissional. As pesquisas para este artigo mostram que não existe uma forma mais correta. Tudo vai depender de como a empresa percebe suas necessidades e os gaps de seus funcionários.
Um destes métodos é o Dacum (Developing a curriculum), que compreende a função desenpenhada como uma área de responsabilidades representada por várias tarefas. Este método busca identificar, a partir de pequenos grupos de trabalhadores capacitados ou experientes, as tarefas que devem ser realizadas em um posto de trabalho ou em uma área ocupacional.
Outros métodos utilizados são o Amod (A Model), que se relaciona a um processo de desenho curricular, estabelecendo uma seqüência em que se pode fazer a formação do profisiional, ordenando as funções e tarefas de acordo com o critério de aprendizagem, oferecendo maiores bases para a avaliação, e o Scid (Systematic Curriculum and Instructional Development), que desenvolve uma análise detalhada das tarefas que são identificadas a partir do Dacum, sendo uma metodologia empregada para o desenvolvimento de um conjunto de atividades relevantes, em um tempo curto e a baixo custo, a partir da elaboração de guias didáticos para serem utilizados na auto-aprendizagem.
O principal problema identificado, no uso dessas metodologias, é a de que as tarefas especificadas acabam se convertendo nas próprias competências, que seriam construídas a partir da observação direta do desempenho. O currículo seria constituído a partir das funções e tarefas especificadas nas normas de competências e a aprendizagem se restringiria às atividades e não aos seus fundamentos científico-tecnológicos.
Esses métodos trafegam pelas matrizes funcionalistas, condutivista e construtivista:
Matriz Funcionalista: utilizada nos sistemas de competências da Inglaterra, Austrália, Canadá e México. Autores australianos, como Hager, Gonczi e Athanasou fazem a crítica ao modelo funcional inglês porque este é extremamente descritivo e não leva em conta os atributos (conhecimentos, atitudes, valores e habilidades) subjacentes que não podem ser isolados das práticas reais de trabalho e que são necessários para o desempenho em situações específicas. O modelo australiano propõe uma análise da competência como uma relação holística ou integrada, que integra e relaciona atributos e tarefas e leva em conta o contexto e a cultura do lugar de trabalho. Ela utiliza a análise funcional como método e realiza a partir da identificação da função estratégica do setor ou da empresa e dos resultados esperados na atuação dos trabalhadores para que a função estratégica seja cumprida. Ela procura responder às seguintes perguntas: quais são os objetivos principais da organização e da área de ocupação? Sua lógica de construção de competências é dedutiva, partindo-se das funções mais gerais para as mais específicas.
Matriz Condutivista: analisa os processos de trabalho com o propósito de identificação, definição e construção de competências profissionais. É fundamentada na psicologia de Skinner e na pedagogia dos objetivos de Bloom, e guarda forte relação com o objetivo da eficiência social. As origens da análise condutivista das competências remontam ao início da década de 70, quando McClelland, assinalou que os conhecimento acadêmicos tradicionais não eram fatores válidos de predição do desempenho bem sucedido e eficaz no trabalho e em outras situações da vida, sendo mais úteis as “com petências”, isto é, as habilidades, as capacidades, os conhecimentos com um todo, os padrões de comportamento e atitudes das pessoas, por serem fatores mais seguros de predição no êxito no trabalho. Sua principal crítica aponta que a definição de competência é muito ampla; a distinção entre competências centrais e mínimas não é clara; e que os modelos de competências estão datados historicamente, porque estão relacionados ao êxito no passado, sendo, por isso, pouco apropriados para organizações que operam com mudanças rápidas.
Matriz Construtivista: analisa os processos de trabalho para identificar as competências. É originada na França, tendo como um dos seus principais representantes Bertrand Schwartz, que vem desenvolvendo uma série de pesquisas e uma metodologia de investigação que combina pesquisa/ação com reflexão/ação. A partir desta metodologia, identificou categorias que foram utilizadas para fazer um inventário de competências, em situações diferenciadas, de modo a identificar a relação entre as atividades de trabalho e os conhecimentos incorporados e/ou mobilizados, de modo que se pudesse obter a compreensão da relação competência/contexto e seus processos de construção e evolução.
Vantagens, dificuldades e papel dessa nova proposta de Gestão de Pessoas
O papel da gestão por competências define os perfis profissionais que devem favorecer a elevação da produtividade, uma vez que alinhados com o plano estratégico da empresa.
Vemos também que tal prática objetiva promover o desenvolvimento das equipes, as necessidades da organização e o perfil de seus funcionários. Para que isso ocorra ela deve priorizar os investimentos em capacitação dos funcionários da organização. O que trará um retorno mais consistente das atividades.
Através da gestão por competência podemos gerenciar o desempenho por meio de critérios mais objetivo, facilitando a normalização de suas mensurações. Com esta prática, consiguimos funcionários mais engajados, assumindo a responsabilidade por seu auto-desenvolvimento.
Outro ponto positivo, trazido pela gestão por competências, é que os funcionários passam a ter uma visão mais clara do plano de carreira da organização e dos requisitos necessários para alcançar promoções.
Entendo que sejam duas as principais fontes das dificuldades na implantação da gestão por competências. A primeira é a não adoção da nova filosofia pela lado da alta gerência, o que tira a força e a legalidade de todo o processo. A segunda é a comunicação ineficiente, ou a falta dela, com relação os objetivos do processo de avaliação. A implantação da gestão por competências objetiva a criação de uma nova mentalidade na organização. É preciso que esses valores sejam institucionalizados. Isso no entanto é uma tarefa contínua.
Pois sse processo de mudança não ocorre da noite pro dia. Uma vez iniciado, ele nunca termina. Uma vez que, ele torna transparente a necessidade de avaliação do desempenho dos funcionários uma constantemente, ele também cria uma processo de auto-coerção nos funcionários, ao contrário do que prega Foucault, que diz que o indivíduo deve ser vigiado para que cumpra os acordos pré-estabelecidos na sociedade. Pois uma vez assimilado pelo indivíduo as diretivas da organização ela as confunde com as suas próprias, o que culminará na busca pelo auto-conhecimento.
Realidade das organizações brasileiras modernas
Tenho observado, ao longo desses 10 anos, nas organizações que tenho trabalhado, e que seguem o modelo de gestão por competência, que ao invés de as pessoas se tornarem mais cooperativas e satisfeitas – pois não apenas suas ações mas também o seu comportamento está sendo avaliado – a grande maioria tem se tornado mais indivudualista.
Não posso fazer nunhuma relação científica ou lógico-matemática como sendo decorrente deste modelo de gestão de pessoas, pois além de me faltarem dados este não é o objetivo desta atividade. Contudo, creio que tal comportamento seja fruto do acúmolo de atividades e das metas impostas pelo RH, que ainda por cima, muitas vezes não são claras, o que aumenta o estress entre as pessoas, principalmente no desenvolvimento de atividades coletivas.
Tenho reparado também que vem crescendo a preferência pela execução de atividades individuais nas organizações. Tendo o funcionário predileção nesta última pelo fato desta ser mais fácil à consecução das metas.
Porém, ainda me restam dúvidas se esse processo vem sendo aplicado de forma ética pela organizações ou se, ainda, isso não esteja sendo usado apenas como mais uma moeda de manobra de massa. Pois não adianta nada uma equipe iniciar esse processo dentro de uma organização se, dois anos depois, toda ou quase toda a equipe já foi para a concorrência a procura de reconhecimento pessoal/financeiro. Se os processos e valores não forem institucionalizados tudo será perdido. E quem melhor para fazer isso se não a alta gerência.
Recentemente retornei para uma das organizações que atuei no passao e constatei uma subverssão de grande parte das responsabiliddes dos cargos de gestão. A falta da institucionalização, às custas do alto índice de turnover, constatado naquele lugar, me fez observar claramente que muitos valores haviam sido perdidos. Principalmenta a noção do que é gestão, quando também observei que líderes, despreparados, de equipes, alguns pegos no mercado e completamente desnorteado com relação a suas atribuições, delegavam ações abstratas a indivíduos de função técnica e decisiva. Sendo mais claro, é a mesma coisa que um tenete perguntar para o seu soldado – que por sua vez se especializou em manejar uma arma – , no meio de um fogo cruzado, se eles deveriam avançar ou esperar o inimigo ficar sem munição!!!!! Isso tudo sob a bandeira do empowerment: “Você precisa ser mais auto-suficiente soldado!”.
Platão dizia que o homem é fruto de seus pensamentos e Aristóteles que ele é fruto do meio. Entendo que o modelo de gestão por competência veio para ajudar tanto a organização quanto os indivíduos. Contudo, os homens e suas capacidades cognitivas junto aos ambientes das organizações, vem cada vez mais se individualizando e subvertento as responsabilidades dos cargos, o que torna mais difícil a perpetuação da comunicação da mensagem da gestão por competência. O que parece é que se você não manda em alguém você não está performando suas competências administrativas. E se você está ciente disso nem adianta reclamar da promoção que não veio: “Você nâo desenvolveu seus skils….”.
Se isso for um anúncio de fracasso deste modelo, creio que devemos relembrar Foucault, e seu pensamento de que é mais barato vigiar do que punir. Nesse sentido, o RH deveria assumir uma postura de polícia, uma autoridade paralela, da contante vigilia da ética e dos valores da organição. Do contrário o RH sempre será uma entidade que gera ações objetivando a reagir a alguma coisa, ao invés de inovar com ações que antecipem o desalinhamento dos indivíduos da organização.
Enquanto essa estrutura [des]organizacional continuar, eu não acredito que esse ou aquele modelo possam trazer benefícios reais e efetivos, sem que estejam sendo utilizados com terceiros interesses.
Desafios para a implantação da Gestão por competência
A implantação da gestão por competência é mais que a adoção de processo, é uma mudança de atitude. Para que seja feito de form eficaz, deve-se relacionar a idéia de competência a noções como espaço ocupacional, agregação de valor e nível de complexidade do trabalho realizado. Não é para menos que a adoção do um modelo de gestão por competência traga inumeros desafios. E o primeiro deles é o próprio conceito de competência, pois muitos autores/gestores entendem competência como conceitos afins, tais como comportamento, atitude, conhecimento, habilidades, potencial, desempenho, entre outros. Agora você imagina, se nem exite um acordo sobre o conceito, como serão as práticas adotadas? Corre-se o risco de econtrar-mos velhos esquemas fordistas caiados com fachada de modernidade.
Qualquer processo de implantação só logrará êxito se a equipe responsável conseguir sensibilizar a alta direção e as gerências envolvidas da importância desse processo. Essa mobilização é fundamental para a sensibilização de todos os funcionarios.
A consolidação desse processo envolve algumas fases, descrevendo um ciclo contínuo de planejamento, execução e avaliação. O processo inicia na avalição dos Objetivos Estratégicos da organização, eles devem ser desdobrados até chegarmos à definição das competências necessárias de cada cargo. Em seguida tem se o inicio do mapeamento das competências individuais e essenciais para os cargos. Esse mapeamento objetiva a consecução das atividades com eficácis. A partir deste mapeamento a equipe deve identificar os gaps dos funcionário, objetivando elaborar estratéias voltadas para o desenvolvimento dessas competências, se a reestruturação será focada apenas no desenvolvimento dos funcinonários ou se deverão ser feitas contratações. Uma vez que as ações tomaram seu rumo, é vez do acompanhamento e avaliação das medidas tomadas. O objetivo é manter o alinhamento com o planejamento estratétivo.
É preciso que, com essa mudança de atitude, seja implatado um sistema de remuneração atrelado a um conjunto de competências desejáveis. Essa implantação deve ser feita com um comunicação clara, que não reste dúvidas para o funcinonário de como obtê-la.
De uma forma geral um modelo de gestão por competências é dafiado por três elementos:
Especificidades de cada cargoem determinar suas necessidade: pessoas com perfis específicos;
Consciência dos indivíduso que ocupam os cargos de liderança: responsabilidade de proporcionar aos membros da equipe supervisionada oportunidades para a aquisição e o desenvolvimento de competências.
Investimento contínuo, as necessidades de desenvolvimento de competências são dinâmicas.
O desafio é diário, pois ele deve ser vistos como um processo contínuo, exigindo a realimentação do ciclo de atividades propostas. Sendo necessária a constante revisão das estratégias adotadas.
Conclusão
A direção da empresa que deseja partir para a implantação do modelo de gestão por competência tem que ter em mente que velhos paradigmas serão quebrados. Sem a assimilação dessa idéia é melhor nem tentar, ou corerá o risco criarem medidas ineficazes que ao invez de ajudar, poderão levar a perda do seu capital humano, e com ele o seu diferencial, se é que tem algum. Ela precisa estar envolvida, ter maturidade o suficiente, para se integrar a conjunto de saberes psicológico/administrativo relacionados a gestão, a competência, aos recursos humanos e a estratégia gerencial. Fatore fundamentais para a eficácia na concepção e implantação deste modelo.
Sob a bandeira de resgatar o velho sentimento de utilizade do trabalhador no seu trabalho, na prática não é isso que vemos. Antigos conceitos as vezes só se encaixam no seu tempo. Com a velocidade dos mercados, fenômeno observado com a chegada da Internet, observamos também um aumento na velocidade nas relações entre os indivíduos nas organizações, que vem se consolidando pela preferência de tarefas individuais. Temo que, esse modelo seja utilizado como um conjunto de requisitos que o indivíduo tenha que conseguir a todo custo, o que o tornaria mais focado em sua atividade, aumentando ainda mais os índices de individualismos.
Não posso deixar de observar também a seguinte frase: “…de boa intenção o inferno tá cheio”. O RH não pode ser apenas uma equipe bem intencionada, com várias medidas que visam não só ajudar a organização mas também os funcinonários. Como dizia Foucault, é bem mais barato vigiar que punir. Se o RH não tiver efetividade no cumprimento do seu planejamento, toda a comunicação direcionada para o desenvolvimento de competências será desacreditado.
Acho que, com a era do conhecimento, é preciso que dexem, quem conhece pessoas, gerenciá-las e não quem conhece de determinado assuntoda organização. Está mais do que na hora que as gerências cumpram as determinações da gestçao de pessoas e não se esquecam que eles também são pessoas. Sem um RH eftivo na vilia, continuaremos vivenciando os turnover de equipe, o que só dificulta a maturidade da organização.
Referências bibliográficas
ORLEAN, Daniel, FERREIRA, Francisco. Mapeamento e Gestão por Competências na Prática: Metodologias e Soluções Tecnológicas. PUC-Rio/Milestone. In: SALA DE INOVAÇÃO DO CONARH, 2005.
FERNANDES, B.H.R, FLEURY, M.T.Modelos de Gestão por Competência: Evolução e Teste de um Sistema. ANÁLISE. Porto Alegre. v.18, n.2, p.103-122, jul./dez. 2007
ORSI, A, MONICA, B. Gestão por competências: Modelos e Abrangência. Fortaleza, Universidade Federal do Ceará. Artigo Publicado na Revista de Psicologia, V.21; N.1/2; jan/dez. 2003. Disponível na Internet em: http://cedroepc.com.br/publicacoes/017.pdf. Acesso em 21 dez. 2003.
DELUIZ, N. Gestão por competências: Modelos e Abrangência. Fortaleza, Universidade Federal do Ceará. Artigo Publicado na Revista de Psicologia, V.21; N.1/2; jan/dez. 2003. Disponível na Internet em: http://cedroepc.com.br/publicacoes/017.pdf. Acesso em 21 dez. 2003.
FGV. Apostila da disciplina Administração de Recursos Humanos. Módulo 4, p.89-101. Publicação: janeiro/2011.
ZARIFIAN, PHILIPPE. Modelo Da Competencia, O Trajetoria Historica, Desafios Atuais E Propostas. São Paulo: SENAC, 2003.
SCHUMPETER, J.A. Capitalismo, Socialismo e Democracia. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura, 1961.
FOUCAULT, M.Vigiar e punir: nascimento da prisão; tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987.
(*) Referências Bibliográficas em conformidade com as NORMAS PARA CITAR BIBLIOGRAFIA NOS RELATÓRIOS ABTN (Associação Brasileira de Normas Técnicas) NBR N º. 6023.
Disponível em : <http://www.santaluciafilippini.com.br/site%2045%20anos/cslf/Downloads/Downloads%20Biologia/normas_bibliog.pdf>.
Acessado em: 25 de abril de 2011.